







São poucos, mas ao longo do tempo vão sendo mais o meus cantinhos no mundo. Viagens, Experiências, Culturas....








E agora o grande momento da visita:
Havia lá no museu uma especie de escultura, que eram uns quadradinhos em que se conseguia ver a pessoa do outro lado em especie de caleidoscopio. Ao vermos aquilo achamos muita graça e tentamos tirar foto, vou eu pra um lado, a lillian fica no outro. Quando ela prepara-se pra tirar a foto ouvimos alguem atrás dela a dizer “ahah não vai dar, ahah não vão conseguir” nem ligamos e ela tirou a foto (com flash), quando fomos ver a foto, realmente tinha ficado mal, por causa do flash, e vemos uma cabeça a debruçar.se sobre nós pra ver a foto e diz “ahah eu não disse que não dava???” e quando olhamos…….era o proprio Joe Berardo. O sotaque dele era inconfundivel mas estavamos tão concetradas na fotos que na altura nem ligamos, so quando estamos a ver a foto é que reparamos que era ele.
Ficamos parvas a olhar pro homem, que depois foi-se embora a rir. Olhamos uma pra outra e a lillian diz “era ele não era??” e eu “sim, era!” as duas “aahhhh”. Lolol foi o momento do dia.
Mas…..depois dele ter ido embora, tentamos de novo tirar a foto, e conseguimos!
Ora aqui estão:
Depois continuamos a ver o museu, ainda meio estupfactas com o que se passara.
Depois do museu, atravessámos a estrada e fomos ver de perto o monumento dos descobrimentos
O Monumento aos Descobrimentos, bem destacado na margem do rio, em Belém, Lisboa foi construído em 1960 para assinalar os 500 anos da morte de D. Henrique o Navegador.
Foi encomendado pelo regime de Salazar, tem 52 metros de altura e celebra os marinheiros, patronos reais e todos os que participaram no desenvolvimento da Era dos Descobrimentos.
O padrão dos descobrimentos que podemos hoje observar já não é o original. O original foi desmontado em 1958. Com efeito o actual foi inaugurado em 1960, e é, construído em betão e com esculturas em pedra de lioz, uma réplica do original, construído em materiais frágeis, que fora construído para a Exposição do Mundo Português.
No interior do monumento existe um elevador que vai até ao sexto andar, e uma escada que vai até ao topo de onde se tem um belo panorama de Belém e do rio. A cave é usada para exposições temporárias.
Ficamos um pouco em baixo, a descansar (pois a visita ao museu Berardo estafou-nos), tiramos umas fotos.
Éramos para ter ido aos pastéis de Belém, mas IMPOSSIVEL, havia uma bicha até à rua. Achamos melhor não esperar.
Seguimos para o castelo de S. Jorge, ainda demos umas voltas para conseguir encontrar a estrada que ia lá dar. Lá encontramos e subimos aquela estrada. Com sorte encontramos um lugar para estacionar, e seguimos a pé. Estávamos a chegar ao castelo começa a chover bem forte. Entramos para um restaurante todas molhadas tipo pintos, e como a fome já batia, lanchámos, uma bela cerveja, e um courvet do restaurante, ou seja, pão, manteiga, e azeitonas (que eu não gosto).
Depois a chuva parou, e lá fomos todas contentes ao castelo, quando chegamos estava lá uma informação “bilhete – 5euros”, eu fiquei parva com o preço. Mas a lillian lá se lembrou que os residentes de Lisboa não pagam bilhete. Então fomos à entrada e tentamos dar a volta ao segurança, que não deu abébia nenhuma, pois teríamos que pedir isso na bilheteira.
A lillian já estava pronta para ir embora, e eu lá insisti para tentarmos na bilheteira, ela não tava com muita vontade para isso mas pronto, lá se deixou levar. E fomos à bilheteira, quando entramos, ela reparou que o rapaz da bilheteira estava muito sorridente, então sentiu-se melhor e avançou. Demos muita conversa, até que ela encontrou um cartão dela, de um hospital qualquer de Lisboa. O rapaz lá aceitou, e disse que era uma vez sem exemplo.
Estava ele a preparar pra tirar o bilhete quando a lillian diz “então e ela?, viemos no meu carro por isso não trouxe nenhuns documentos”, e eu “pois, não trouxe nada…” o gajo olhou meio desconfiado, mas lá deu o bilhete para as duas.
E fomos todas felizes e contentes ver o castelo:
Apreciando a vista antes de chegar ao Rabaçal.



Pois aqui está a indicação para o miradouro dos Balcões, este que tem uma vista completamente brutal.




